Roteiros
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Monumentos

by on 28 de Outubro de 2013
 
MONUMENTO 18 DE JANEIRO

Estátua do VidreiroO Monumento à Revolta de 18 de Janeiro de 1934 Destina-se imortalizar a revolução armada de 18 de Janeiro de 1934, feito pelos Vidreiros numa tentativa de acabar com as situações de perseguição, exploração, a falta de trabalho que por várias vezes os haviam atirado para a miséria e fome.

O monumento faz relembrar o sofrimento, a fome e a miséria em que o povo trabalhador e ordeiro teria passado para que em nome do trabalhador e na defesa social dos trabalhadores, tivesse participado nessa revolução. Constituída por dois blocos, um pedestal talhado com um operário vidreiro armado com a legenda “Homenagem ao Movimento Operário de 18 de Janeiro”, o outro que tem esculpido operários a trabalhar o vidro. Trabalho feito por Joaquim Correia e inaugurado a 18 de Janeiro de 1989.
Situado na Rotunda do Vidreiro.

ESTÁTUA ORFEU
Estátua de OrfeuA Estátua Orfeu foi oferecida à Câmara Municipal por Joaquim Correia para o Jardim Municipal. Orfeu representa a figura antológica grega que cantou o seu amor que tinha por sua mulher Eurídicia. Situado no Largo 5 de Outubro em frente do Museu Joaquim Correia. .
CASA DO VIDREIRO

Casa do Vidreiro

É uma casa possuidora de muitas características da Marinha Grande, é um dos últimos exemplares, recentemente reconstruída, recolhe o ambiente e os objectos que se encontram em qualquer habitação de vidreiros dos primeiras décadas do século. Localizada no Largo 5 de Outubro. Casa do Vidreiro (reconstruída)

PRAÇA GUILHERME STEPHENS

Estátua de Guilherme StephensMonumento a Guilherme Stephens, situado frente à Fábrica que ele fundou em 1769, executado pelo escultor Leiriense Luís Fernandes, inaugurado em 24 de Agosto de 1941. Este, é constituído por um busto de Stephens em bronze que é suportado por um pedestal com uma dedicatória numa das faces, “A Guilherme Stephens – o Pessoal da Nacional Fábrica de Vidro 1941”. Projecto construindo por iniciativa do director, Doutor Acácio de Calazans Duarte, e totalmente pago por todas os empregados e operários. No Inauguração estiverem presentes as autoridades, o pessoal da fábrica, delegação das operários vidreiros de todas as fábricas, o monumento foi entregue aos cuidados da Câmara Municipal da Marinha Grande para sua conservação e preservação. Está Localizada em frente da Câmara Municipal, na Praça Guilherme Stephens.

MONUMENTO AOS MORTOS DA GRANDE GUERRA

Monumento aos Mortos da Grande GuerraMonumento aos Mortos da Grande Guerra foi inaugurado em 9 de Abril de 1935 para homenagear os combatentes portugueses mortos na 1ª Guerra Mundial (1914-1918), projecto de autoria de Alberto Nery Capucho (pintor e director da Escola Industrial da Marinha Grande) projecto, este, que encheu de orgulho e honra os marinhenses, embora fosse simples e modesto. Este monumento encontra-se localizado na Av. D. Dinis.

PARQUE DO ENGENHO

Parque do EngenhoO Parque do Engenho, entre 1724 e 1774, funcionou um engenho de serração de madeira, que acabou por dar nome ao parque e localidade. O recinto com cerca de 25 165 metros quadrados, começou a ser plantado no primeiro quartel do século XIX com viveiros de espécies florestais diversas, o que fez dele um espaço de lazer muito apreciado. Futuramente vai acolher o Museu Nacional da Floresta e um hotel de 4 estrelas.

ADMINISTRAÇÃO DAS MATAS

Administração das MatasO edifício das Matas destinava-se a ser a residência do administrador geral e a ser sede dos serviços administrativos, que ainda hoje ali funcionam. Edifício concluído em 1840 e situado na avenida D. Dinis.

CRUZEIRO DA INDEPENDÊNCIA

Cruzeiro da IndependênciaDe autor desconhecido o cruzeiro é um monumento em mármore com a Cruz de Cristo as cinco quinas e o escudo da Marinha Grande, em 1 de Setembro de 1940 foi erguido, este monumento que é uma cópia quase exacta dos padrões usados nos Descobrimentos.

ALTO FORNO DE PEDREANES

Alto Forno de PedreanesDe a…….

Estátua ” O Vidraceiro”

o vidraceiroA estátua “O Vidraceiro” homenageia as indústrias do concelho, em especial a actividade que impulsionou a produção do vidro. A escultura é da autoria do escultor marinhense Joaquim Correira e representa um vidraceiro ostentando um longo tubo com que se trabalhava a vidraça. Na base da escultura estão dispostos quatro baixos-relevos em bronze, alusivos à fabricação de plásticos, moldes, marcenaria e às matas nacionais.
Situa-sed na rotunda da Amieirinha, junto ao Estádio Municipal.
Coordenadas GPS:
Latitude: 39:44:04,597
Longitude:-8:55:56,972

FÁBRICA ANGOLANA

A Fábrica hoje conhecida por “Angolana” foi criada em 1920 como “Sociedade Vidreira Lusitana”. Encerrou em 1952, reabrindo dois anos mais tarde com a designação que tem agora. A partir de 1957, funcionou apenas como armazém. Serviu, mais recentemente, como reserva e oficina de restauro de peças destinadas ao Museu do Vidro. A Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial fez escavações no local, tendo sido postas a descoberto importantes estruturas industriais da primeira metade do século.

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