Augusto da Costa, Natural de Marrazes, onde nascera em 1901, vai muito jovem para a Marinha Grande com os pais.
Por altura do 18 de Janeiro, era oficial vidreiro na Santos Barosa, tendo feito parte da brigada que fez a escolta à guarnição da GNR detida.
Foi um dos elementos mais destacados na criação do Sindicato Vidreiro e no desenvolvimento das lutas que se travaram nos primeiros anos da década de 30.
Era membro do PCP e responsável pelo comité da empresa onde tr
abalhava.
Condenado a cinco anos de desterro, seguiu para Angra do Heroísmo e depois para o Tarrafal, integrando o grupo de 150 presos que inauguram o campo.
As terríveis condições, as doenças e a falta de assistência médica conduziram-no à morte, a 22 de Setembro de 1937, onze meses após chegar ao campo.
FONTE: Blog 18 Janeiro de 1934




























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