História
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Amieira

by on 20 de Outubro de 2013
 

amieiraDo seu nome pouco se sabe. Não foram até agora encontrados quaisquer documentos escritos sobre a sua origem mas, segundo os mais antigos ter-se-à ficado a dever ao facto de nesta zona e desde sempre se ter desenvolvimento o Amieiro, planta da família das betuláceas, própria das regiões temperadas e húmidas.

Além desta, também existiam outras árvores de grande porte e bastante verdejantes (faias) a que chamavam Amieiras, por serem muito parecidas com os amieiros. E, ainda hoje, nas zonas menos cuidadas para agricultura continuam a nascer e a crescer estas duas espécies, o que confirma de algum modo tal versão.

Escola da AmieiraÉ o lugar mais distante da Freguesia da Marinha. Situa-se a norte, a uma distância média de 5 quilómetros. Confina do lado norte com Casal Novo, Freguesia de Amor, Concelho e Distrito de Leiria (esta extrema é também o limite entre as províncias da Estremadura e Beira Litoral); a nascente com uma imensa zona florestal que se estende até ao Fagundo e proximidades da Barosa; a sul com os lugares de Trutas e Matos Verdes, divididos pelos pinhais do Morais e o vale; e do poente por uma vasta área de pinhal que vai até ao Rego da Garcia e Pilado.

Ocupa uma área superior a 500 hectares, sendo apenas ocupada uma pequena clareira com  casas de habitação e terrenos cultiváveis. É atravessado por um ribeiro (Ribeiro da Embra), que vai emborcar nos campos do Liz, no lugar de Amor, e ainda por outro do lado poente (Vale da Agroeira), que se forma no início da Amieira e vai juntar-se ao primeiro no limite norte do lugar. Embora com menos intensidade, estes vales são ainda hoje cultivados produzindo milho, feijão, batata e hortaliças, os quais, outrora, foram a principal fonte de subsistência das populações. Na Amieira existiam em 1925/1926, 36 fogos.

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