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Dia 24, o dia D

by on 24 de Novembro de 2015
 

nuno_catitaDepois da birra e do choro convulsivo por ter perdido as eleições, António Costa serviu-se do Partido Socialista para não cair no buraco negro que criou, e com arte quase masoquista, conseguiu apoio do Bloco de Esquerda, PCP e Verdes para fazer cair o governo eleito e apresentar-se junto do Presidente da República como alternativa viável e estável.

Esta “associação” dá-lhe condições para ser governo mas, por mais que digam o contrário, não lhe dá condições para governar por 4 anos obedecendo à ideologia do Partido Socialista.

Para que “aguente” o governo vai precisar de muitos ministros e secretários de estado, a triplicar os que existem atualmente, uma vez que, além dos que o governo possa exigir o Partido Socialista terá de criar duas “equipas sombra” para gerir as ligações muito perigosas e instáveis com o Bloco de Esquerda e com a CDU.

Todos estão convencidos que este novo governo que foi dado a António Costa será bem pago pelos portugueses, terá alto custo para o Partido Socialista, será uma batalha diária para enfrentar os constantes desafios (nome bonito para chantagem) que os dois suportes parlamentares lhe vão exigir, mas quem não quer ser lobo que não lhe vista a pele.

A 24 de novembro recebeu do Presidente da República o novo brinquedo pelo qual lutou e pelo qual tudo arriscou, amuando, chorando, chantageando e associando-se a quem continua de fora e cuja política nunca passou de criticar e votar contra.

Os brinquedos que receberá na noite de 24 de dezembro podem não ser suficientes para colocar de lado o que recebeu hoje, mas o Pai Natal de 24 de janeiro poderá alterar a brincadeira.

Nuno Catita
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24/11 às 19:22

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